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Turismo
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Roteiros
Ponta Ruiva – Ponta das Barrosas
Casa do Espírito Santo – Cruzamento Barrosas: 0,900 km;Cruzamento Barrosas – Ribeira das Barrosas: 2,100 km; Ribeira – Casas dos Barroseiros: 0,800 km
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Roteiros
Estrada Regional – Aguinhas – Ponta Ruiva
Cruzamento Estrada Regional – Aguinhas: 1,950 km; Aguinhas – Cruzamento trilho das barrosas: 0,650 km;Cruzamento Barrosas – Casa do Espírito Santo da Ponta Ruiva: 0,900 km.
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Roteiros
Ponta Delgada – Ponta dos Ilhéus (Moinho dos Ilhéus – Cabouco)
Igreja – Moinho dos Ilhéus: 1,720 km;Moinho – Mar: 1,280 km.
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Roteiros
Ponta Delgada – Cabouco – Peninha – Ramal da Ponta Ruiva
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Roteiros
Ponta Delgada – Pico de Meio-dia (Capela de S.João Batista)
2,850 (Estrada Regional – Capela de São João – Estrada Regional – Igreja São Pedro)
P
Roteiros
Ponta Delgada – Cruz do Facho
1,250 só ida (entrada de Ponta Delgada – Cruz)
L
Roteiros
Ligação ao Concelho das Lajes
Ponta Delgada – Ribeira do Moinho: aprox. 2,300 km;Ribeira do Moinho – Ponta da Fajã: aprox. 7,200 km.
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Roteiros
Fajã da Ponta Ruiva
A rota da Fajã da Ponta Ruiva é um percurso de curta duração mas bastante atrativo, com cerca de 2,4 km (ida e volta). A descida desde a Casa do Espírito Santo da Ponta Ruiva, passando pelo Miradouro do Cabeço, até à fajã e acesso ao mar, leva aproximadamente 35 minutos, enquanto o regresso demora em média 45 minutos devido à subida. O trilho é classificado como de dificuldade baixa a moderada, mas o acesso final ao mar exige maior cuidado (dificuldade elevada*). Ao longo do caminho, é possível apreciar vistas impressionantes sobre a costa e a tranquilidade característica das fajãs.
C
Pontos de Interesse
Museus
Centro de Interpretação Ambiental do Boqueirão
O Centro de Interpretação Ambiental do Boqueirão foi concebido nos tanques onde se armazenava o óleo de baleia que era derretido na Fábrica da Baleia do Boqueirão. É um espaço dedicado à promoção e ao conhecimento dos locais com maior interesse ambiental da ilha, com destaque para os ambientes marinhos. Aqui, é possível conhecer aves residentes e migratórias, seres que vivem na zona entremarés e coluna de água, cetáceos e fontes hidrotermais. É um local privilegiado para a divulgação do conhecimento científico, enriquecendo a experiência daqueles que visitam o Parque Natural. Este Centro foi incluído no Guia de Arquitetura – Sul e Ilhas de Portugal, publicado em 2011; e no projeto de “Mostra Ibérica de Património Arquitetónico – LaMIPA”, no âmbito da Trienal de Arquitetura de Lisboa 2013 – Close, Closer. Foi também referenciado e publicado em diversos websites e revistas da especialidade.
M
Pontos de Interesse
Museus
Museu e Auditório Municipal
O Centro Cultural de Santa Cruz das Flores - Auditório Municipal é um local aconchegante em Santa Cruz das Flores, Portugal. Com arquitetura moderna e um auditório com 125 lugares, é perfeito para filmes, peças de teatro e shows musicais. Há também um espaço para exposições permanentes, galerias de arte temporárias e um café descolado para relaxar. Os visitantes adoram o clima e a acústica é perfeita para ouvir boas músicas. No geral, é um ótimo lugar para curtir a cultura nesta cidade encantadora.
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Pontos de Interesse
Museus
Fábrica da Baleia
A Fábrica da Baleia do Boqueirão localiza-se na extremidade nordeste da vila de Santa Cruz das Flores. A implantação do edifício foi determinada de acordo com a sua finalidade, como ponto de transformação dos cachalotes apanhados na ilha, ficando situada diretamente acima do porto do Boqueirão, a cerca de 27 metros de altitude. Trata-se de um edifício que se destaca na paisagem urbana, pela volumetria e pela dimensão da sua chaminé. Está incluído num complexo fabril que inclui a plataforma de desmancho e a rampa de varagem, ambas localizadas na vertente norte do edifício, constituído por quatro corpos retangulares, perpendiculares entre si, e por uma chaminé cilíndrica, que totalizam uma área de cerca de 1850 m2. Construída entre 1941 e 1944 pela companhia baleeira Reis & Flores, com Francisco Marcelino dos Reis e José Jacinto Mendonça Flores como sócios maioritários, laborou até 1984. Comprada pela Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores pouco depois, serviu a autarquia até 1992 como armazém de materiais, oficina de serralharia, mecânica e pintura, com exceção da ala este do edifício. Esta ala, composta por duas grandes salas e pela casa das bombas, contígua a estas, foi cedida pela Câmara Municipal ao Museu da Arte e Tradição Popular da ilha, para uma posterior instalação da Secção de Artes do Mar. Nesse ano dá-se início aos trabalhos de recuperação da maquinaria, que durariam cerca de um ano. Apesar da primeira tentativa de conservação com fins museológicos, a fábrica permaneceu abandonada durante mais de 10 anos, tendo recebido em 1999 a classificação de Imóvel de Interesse Público (Resolução nº67/99, de 29 de abril). Em 2006 teve início um novo projeto de musealização da Fábrica, que inclui a recuperação da maquinaria e a reabilitação do edifício, tendo sido adicionado um segundo piso na ala oeste e uma cobertura de uma área adjacente, que era originalmente a céu aberto. As manutenções da cobertura original, das paredes de alvenaria e das estruturas de betão originais, assim como dimensão da maquinaria aqui instalada, remete imediatamente a imaginação do visitante para os dias de trabalho na fábrica e para os tempos em que a caça à baleia fazia parte do quotidiano da ilha. A inauguração do museu teve lugar em 2015, sob a tutela da empresa Ilhas de Valor S.A, sendo desde 2022 um polo do Museu das Flores. Aqui o visitante fica a conhecer a história da faina baleeira na ilha e todo o processo de caça e transformação do cachalote.
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